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A unicidade da coletividade

23, maio, 2010

Alow, salve amigos!

Depois de muito tempo sem postar nada ( frase clássica de todo blog rs rs rs ) estou aqui novamente com outra divagação…

Interessante como cada um de nós pode até ser semelhante, ao menos na aparência física, com os demais. Mas igualmente interessante é como somos diferentes. E adoro isso. Também adoro como as pequenas coisas podem ensinar sobre as grandes e como sobre pequenas verdades são tão válidas quanto as grandes. Há um ditado, não muito conhecido, mas que gosto muito: “O que é acima, é abaixo”. De modo geral é: o que é verdade numa determinada realidade ampla, é verdade também para as menores.  Tenho pensado muito nesse ditado enquanto olho as diferentes personalidades nesse mundão de Deus.

Antigamente eu pensava “poxa, seria bem mais fácil se todos pensassem de forma parecida, assim muita briga e muita discussão seria evitada”. Pensamento bobo, sem dúvida, afinal a coisa toda funciona exatamente porque somos diferentes uns dos outros.  Mas porque o ditado? Dias atrás estava pensando sobre a saúde, tanto de nosso corpo quanto de nossa mente. Nosso corpo está saudável quando nossos diferentes órgãos estão equilibrados e funcionando direitinho. Nossa mente está saudável, para mim, quando está calma e, mesmo quando enfrenta os problemas inerentes da vida, mantém-se serena e feliz sabendo que, de alguma forma, tudo tem uma solução ( a boa e velha esperança ) . Até aí sem grandes novidades … mas comecei a pensar no que seria o corpo estar bem. Todo nosso corpo é formado por bilhões e bilhões de células individuais. Todas elas têm suas próprias “vidas” celulares. Temos grandes grupos de células semelhantes, como as que formam nossa pele por exemplo, e temos vários tipos diferentes de células dentro de nós mesmos. Enquanto todas essas células vivem bem suas próprias vidas celulares, metabolizando e transformando química em vida, temos órgãos saudáveis. Quando alguma coisa abala esse equilíbrio, como um câncer por exemplo, temos um órgão debilitado. Mas não é só isso que garante a saúde do corpo. Precisamos que todas as células trabalhem em harmonia entre si. Sua harmonia como individuo é importantíssima, mas sua harmonia com o todo do corpo é impressindivel para o funcionamento do corpo como um todo. Algo semelhante ocorre, no meu ponto de vista, com nossa mente. Pensamentos “separados” podem ser equilibrados e coerentes, mas se o todo dos pensamentos for disforme ou não construtivo, podemos ter uma saúde mental bastante prejudicada.

Até aí, novamente, sem grandes novidades. Mas aí lembrei do ditado e pensei: legal, mas para uma célula funcionar direito ela precisa que suas moléculas estejam estáveis. E suas moléculas precisam que seus átomos não saiam correndo por aí ( correspondendo a parte do “o que é abaixo”, no ditado ). Na mesma linha, penso que a coletividade humana só funcionará direito quando seus diferentes tipos de pessoas estiverem bem e equilibradas consigo mesmas ( correspondendo a parte do “o que é acima”, no ditado ).

Outro pensamento: um corpo humano só funciona direito porque, além de suas células individualmente estarem bem e coletivamente estarem trabalhando em uníssono, o todo só funciona pela união das diferentes partes. O conjunto das diferentes células especializadas é que faz funcionar o todo. Células ósseas, sanguineas, musculares, nervosas, etc., são muito diferentes entre si, mas ao trabalharem bem coletivamente, fazem que o todo ( o corpo à qual pertencem, no caso ) esteja saudável. O mesmo vale para a coletividade. Uma coletividade saudável precisa de indivíduos saudáveis, mas também de indivíduos diferentes entre si. Precisamos de pessoas especializadas para as infinitas formas de trabalho atuais.  Da união do trabalho harmônico, coerente e focado de todos os diferentes tipos de indivíduos é que temos uma coletividade saudável.

Agora… e quando esses indivíduos não tem um foco ou um objetivo maior? E quando esses indivíduos não tem um “farol” para guiar seus movimentos e esforços? Temos não mais uma coletividade trabalhando para algo maior, mas sim apenas uma coleção de indivíduos vivendo apenas para si mesmos.  Indivíduos talvez até mesmo saudáveis, mas que não criam coletividades saudáveis. Nada muito diferente do que temos em muitas cidades hoje em dia, não ? Um amontoado de pessoas apenas, não uma coletividade.

O mesmo vale para cidades, estados, países, continentes e, finalmente, o planeta como um todo. E, extrapolando isso, podemos ir até o infinito na mesma linha: o todo só funciona, quando suas diferentes partes estão funcionando bem e também estão orientadas ao mesmo caminho, num esforço conjunto para o crescimento.

Tudo isso, claro, é o meu ponto de vista e, provavelmente, chovi no molhado para muita gente. Mas talvez para alguns seja um ponto de reflexão: se vc fosse uma célula, como estaria agindo para a saúde do corpo ( família e/ou empresa ) a qual pertence?

Um grande abraço a todos e até a próxima!

Mauricio Divagações, Geral , , , , , ,

Divagações Futuras

28, novembro, 2009
Nada está escrito, tudo pode ser mudado, depende apenas de nós

Nada está escrito, tudo pode ser mudado, depende apenas de nós

Alow, salve gente!

De novo passei um bom tempo sem escrever e agora resolvi tocar num assunto que tenho pensado mto: futuro. Acabo de assistir “De Volta para o Futuro III” e isso serviu de incentivo que faltava para esse post. Bem no final, já de volta ao “presente” ( 1985… faz tempo, heim rs ) Doc diz para a Jeniffer: “O futuro não está escrito, então faça dele o melhor que vc puder”.

Mas o que seria “fazer o melhor que puder”… Poxa, se não sabemos o que nos aguarda no futuro, como podemos fazer o melhor por ele ? Tb não sei dizer, mas acho que seguir o que chamamos de “intuição” seja um bom começo. Acredito, por ser espírita e, acima disso, por acreditar que a vida não pode ser apenas uma “consequencia de várias coincidencias” e que existe um ótimo motivo para cada um de nós estar aqui e que exista também um ótimo motivo para cada um de nós passarmos pelo que passamos, sentirmos o que sentimos, sofrermos o que sofremos. Me recuso a acreditar que a vida possa ser, de alguma forma, “a toa” ou sem sentido. Daí eu acreditar que nossa “intuição” pode ser algo como uma ligação com algo mto maior do que nós mesmos… Pistas para o que devemos fazer ou não fazer. Por que gostamos de quem gostamos? Por que sentimos que devemos fazer ou falar algo? Por que sentimos que devemos ligar para certa pessoa e descobrimos que essa pessoa estava realmente querendo desabafar ? Isso é mto pessoal, sem dúvida….. mtos dirão que não têm intuição. Já outros podem dizer que isso tudo é apenas “coincidencia”. Respeito suas opiniões e pontos de vista, mas eu, cá para mim, acredito que não existam coincidencias, mas sim que todos nós estamos, de alguma forma, mergulhados num mesmo oceano de energia e, nesse oceano, trocamos o tempo todo impressões com os demais. Dessa troca de impressões, mesmo inconscientes, entre nós mesmos e tantos outros tipos de inteligencia ( ou consciencia como preferem alguns ) e de nossas próprias memórias de outros tempos, acabamos tendo pistas e “dicas” sobre o que fazer e não fazer.

Então, juntando intuição, conhecimento, muito raciocínio, sempre tendo em vista os Valores Verdadeiros que devemos sempre buscar e guiados pelo nosso Livre Arbítrio, acredito que podemos sim fazer um Futuro maravilhoso para cada um de nós. E, com um pouco mais de esforço, podemos fazer um Futuro ainda mais maravilhoso para todos nós. É uma escolha diária… Construindo o futuro dia por dia, escolha por escolha, decisão por decisão. E, para finalizar, arrisco dizer que se o futuro está escrito… está escrito com a nossa letra !!!

Abraços a todos e vemo-nos no futuro !

Mauricio Divagações, Geral , , , , , , , , ,

Divagações domingueiras

26, abril, 2009

Alow, salve amigos!

Cá estou eu em pleno domingão ouvindo “Within Temptation”, conversando com amigos via internet e pensando na vida. E num raro momento de inspiração me veio à mente que como nós adoramos ver as coisas como queremos ve-las. Me pergunto se só eu sou assim, mas começo a achar que não… acho que mtos de nós ( se não todos ) fazemos isso.

O mundo ao nosso redor é um só e o que é verdade o é sob qualquer ponto de vista, sob qualquer óptica. Ainda assim tentamos “ajusta-lo” ao nossos olhos. “Vemos o que queremos ver” é uma grande verdade. Nosso mundo subjetivo, nossa realidade interna, criada por nós mesmos de acordo com nossos padrões de pensamento são, para nós, a realidade do mundo.  Acredito que por isso deixamos de ver coisas que são mto óbvias para “os que estão fora”, pois estes não tem a visão turvada ou enevoada por pensamentos ( ou desejos ou expectativas ). 

Isso por um lado é ótimo, pois nos protege do lado feio e triste do mundo. Por outro lado, pode nos fazer cegos para coisas mto mto sérias que acontecem ao nosso lado. Muitas vezes podemos evitar grandes problemas ou grandes decepções ou mesmo perdemos grandes alegrias simplesmente por não vermos algo, ou por vermos algo que na realidade “real” da coisa… nao existe.

Acredito que existe apenas uma  ”realidade” no sentido absoluto da palavra e da idéia. Mas acredito tb que ninguem, pelo menos nesse mundo em q vivemos, consiga percebe-la na sua totalidade. É a velha história do grupo de cegos que tentam descrever, ao tocar, um elefante. O que toca a pata perceberá uma realidade, o que toca a orelha, outra, o que toca a barrica, a cauda, a tromba, todos terão “pedaços de realidade”. Todos estarão corretos, mas em parte. A realidade maior ( que eu chamo de “realidade real” por falta de nome melhor rs ) ou seja, o elefante como um todo, nenhum deles poderá perceber. Isso para mim, num momento de megalomania pura e simples, é um tanto frustrante. Gostaria de poder um dia olhar para o quadro completo da minha vida e dizer “Ahhhh então foi isso”. Bom, por ser Espírita, acredito que um dia conseguirei isso, mas ainda preciso melhorar e aprender e evoluir muuuuuuuuuuuuito ainda ( mais ou menos a evolução que distancia uma bacteria de um humano hehehe). 

Bom, mas como o que nós podemos fazer é vivermos “mergulhados” na nossa própria realidade, criada por nossos pensamentos e pontos de vista do mundo que nos cercam, então o melhor que podemos fazer é cuidar para que nossos pensamentos sejam claros, otimistas e, acima de qualquer coisa, construtivos e positivos.

PS: Claro que isso é apenas o meu ponto de vista, da minha realidade hehehe ;o)

Abraços a todos e uma ótima semana com feriadão no final !

Mauricio Divagações, Geral , , , ,

Divagações

26, janeiro, 2009

Salve, amigos!

Cá estou eu de novo,  para um primeiro post mais “sério”… Bom, sério numas né… são só algumas divagações e pensamentos sobre como eu penso e como eu vejo o mundo.

Sabe, acho que cada um de nós é muito mais do que apenas um punhado de experiências vividas ao longo dos anos. Somos isso também, sem dúvida, mas não apenas isso. Somos, no meu humilde ponto de vista, nossos valores e nossas crenças, nossos sonhos e nossas esperanças. Sempre me pego pensando no “efeito Tostines” da vida ( alguém lembra disso: “Tostines vende mais pq é fresquinho ou é fresquinho pq vende mais? Ahuhuhau  ). Faço uma adapção ao dizer:  Vivemos o que vivemos por somos assim ou somos assim por vivermos o que vivemos…. novamente na minha opinião vivemos o que vivemos por sermos como somos. O mundo tem infinitas possibilidades, que filtramos de acordo com nossas vontades e valores.  Aproveitamos algumas possiblidades e deixamos outras passarem e fazemos isso de acordo com aquelas que acreditamos serem as melhores para nós, novamente do ponto de vista dos nossos valores, sonhos, desejos, etc.

Agora entro no ponto que gostaria de levantar… Valores… coisa complicada essa. Não digo os valores que carregamos na carteira ou bolsa, pois esses, para mim, são conseqüências de esforço, honestidade, trabalho e oportunidade. Digo valores morais, aqueles que são muito difíceis de se encontrar e que norteiam nossas vidas. Cada vez mais vejo na TV e Jornais sobre pessoas que deixam de dar valor umas as outras… cada vez mais o mundo se torna egoísta, uma “umbigocracia” gigante… Cada um preocupado com o “eu”, esquecendo que a força real não está no simples “eu”, mas no “nós”. E não o “nós” do Orkut, com seus profiles com 300.000 amigos adicionados, mas sim os “nós” de nossa família e de nossos amigos sinceros. Daquelas pessoas que vc sabe que se o mundo desabar eles estarão logo ali do seu lado para estender a mão. De repente alguns até dirão “ãh…. eu avisei” , mas tudo bem… afinal provavelmente eles terão avisado mesmo, mas nós – ou melhor, o “eu umbigólatra”-  não terá ouvido.

Sinto falta dos valores “de antigamente”, quando as pessoas realmente se importavam umas com as outras e ficavam realmente felizes com a felicidade do outro.  Hj isso anda tão raro…

Bom, mas o que fica é a pergunta: quais seus valores? Não sabe? Não tem a menor idéia? Hehehe… sem problema, afinal poucos “perdem tempo” pensando nisso. Mas vai uma pista: Quais os valores das pessoas que estão próximas de vc e que vc chama de amigos?  Analise com cuidado pois tem uma grande chance de seus valores serem como os deles ( é gente… “Diga-me com quem tu andas que direi quem és” é válido! Hheheheh )

Viajei na maioneses né? Normal… nem só de programação vive um programador! Hehehe

Abraços a todos e mandem comentários! 

Mauricio Divagações , , ,